|
Na Marinha Grande - rua 25 de Abril, n.º 30 Aberto das 13h00 às 02h00, e das 14h00 às 02h00 aos Domingos e feriados. Um espaço Dinâmico e acolhedor, com MÚSICA AO VIVO todas as SEXTAS, e DJ'S convidados todos os SÁBADOS com promoção de bebidas... Á mistura festas temáticas!!!
SPORT OPERÁRIO MARINHENSE
Fundado em: 31 de Janeiro de 1923.
Este velho clube da Marinha Grande foi fundado em 31 de janeiro de 1923 por um grupo de rapazes cheios de boa vontade, dos quais é justo destacar, como grande entusiasta, Joaquim Gomes do Norte, praticamente o seu fundador. Alguns dos outros fundadores foram José Vareda Júnior, José Ferreira Barroca, Luís António de Faria, David de Oliveira, Joaquim Henriques dos Santos, António Rodrigues Júnior, Firmino F. Rato, Benjamim Henriques, José Gaspar Pedroso Júnior António Matos ("Melro") e José Florindo.
A finalidade da sua fundação foi a promoção do futebol, desporto que então se iniciava na província - embora, naturalmente, os fundadores tivessem também em mente a prática de outros desportos e, sobretudo, a agremiação da classe operária.
0 Operário chegou a possuir um razoável campo de futebol, o "campo da Biquinha", situado nos terrenos a sul do cemitério (junto à actual Av. da Liberdade, onde se encontra a Escola Guilherme Stephens) cuja renda pagou até cerca de 1945, apesar de o futebol ter acabado anos antes. A partir dos anos 1930, dedicou-se somente a desportos de salão (ténis de mesa, onde se viria a evidenciar António Saboga, o melhor jogador da região por volta de 1940, bilhar, xadrez) e, principalmente, a uma secção cultural, que, a despeito das perseguições da PIDE, criou uma boa Biblioteca e dinamizou também colóquios, palestras e cursos de francês e inglês, dirigidos pelos sócios Carlos Alexandre e Gualter Morais. Foi logo após a II Guerra, com a entrada para a Direcção de Agostinho Saboga, António Veloso, Manuel Calvete e outros que o Operário mais decisivamente passou a dedicar-se ao desenvolvimento cultural dos sócios, sendo até proibidos os jogos de cartas.
No seu período de transformação em clube cultural e recreativo, por volta dos anos 1940-50, o SOM pensou construir um pavilhão - sede. Adquiriu à CMMG terrenos situados no velho campo da Feira, próximo da fábrica da CIVE, mas nunca conseguiu concretizar o pavilhão por falta de verbas, apesar da boa vontade dos directores e sócios.
|